sábado, 25 de junho de 2011

O diretor da instituição, Makhtar Diop, veio ao Estado para conhecer a realidade econômia do Estado.


24/06/11, 15:00

Recursos do Banco Mundial para o Piauí saem ainda este ano

O diretor da instituição, Makhtar Diop, veio ao Estado para coinhecer a realidade econômia do Estado.

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O diretor do Banco Mundial no Brasil, Makhtar Diop, que se encontra em visita oficial ao Piauí, disse nesta quinta-feira (23), em Oeiras, que os recursos pleiteados pelo Governo do Estado junto à instituição financeira que dirige deverão ser liberados ainda este ano.

Makhtar Diop acrescentou que veio ao Piauí para conhecer a realidade econômica do estado e o programa de desenvolvimento a longo prazo que está sendo executado pelo governador Wilson Martins.

Foto: Ccom



Segundo ele, o Banco Mundial tem interesse em financiar programas que permitam a geração de empregos e renda e acha importante que as futuras ações também tenham espaço para a inclusão da mulher. “Sem a inclusão da mulher não há programa de desenvolvimento”, acrescentou.

O diretor do Banco Mundial explicou que a instituição já financia alguns projetos específicos no Piauí, na área de combate à pobreza rural, mas agora vai apoiar o Orçamento o Estado, liberando recursos para que o estado possa pagar sua dívida de curto prazo com um financiamento mais longo e com juros mais baixos.

Cultura - O governador Wilson Martins desde o início da manhã acompanha o diretor do Banco Mundial no Brasil em visita a pontos turísticos do Piauí, começando pela cidade de Oeiras, que foi a primeira capital do estado e possui diversos imóveis tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Em Oeiras, Makhtar Diop conheceu a Catedral de Nossa Senhora da Vitória, o primeiro templo regular do Piauí, construído em 1797 e que pertenceu aos bispados de Pernambuco e de São Luís do Maranhão.

Dom Juarez Sousa, que recepcionou a comitiva, explicou que a Diocese de Oeiras só foi criada em 1944 e o primeiro bispo tomou posse em 1949.  “Oeiras possui um dos mais importantes acervos culturais do Brasil”, garante ele, que destacou, também, o fervor religioso da população. Ainda em Oeiras, a comitiva visitou a Galeria do Divino, que reúne obras de artes relacionadas ao Divino Espírito Santo, e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, onde o grupo Congo de Oeiras apresentou danças trazidas para o Brasil pelos escravos africanos.

“Em Oeiras estão as raízes de nossa história. Aqui teve início nossa colonização”, acrescentou Wilson Martins. Logo após o desembarque em Oeiras, a comitiva foi ao município de São João da Varjota, onde conheceu a comunidade Potes, que reúne 48 famílias descendentes de quilombolas e que trabalham com argila. “O interesse aqui é conhecer projetos de geração de renda que deram certo, para que se possa levá-los para outras regiões”, explicou o secretário estadual de Planejamento, Sérgio Miranda, que faz parte da comitiva. Na sede do município, visitaram um posto de saúde construído pelo Programa Saúde da Família (PSF).

Makhtar Diop é africano do Senegal e ingressou no Banco Mundial em 2001 como diretor para o Quênia, Eritréia e Somália. Após a conclusão do mandato, ele foi nomeado diretor do Departamento de Finanças, Setor Privado e Infraestrutura da Vice-Presidência para América Latina e Caribe do Banco Mundial. Antes de ser escolhido para o cargo no Brasil, ele trabalhava como  diretor de Estratégia e Operações para a América Latina e o Caribe.

De Oeiras, a comitiva seguiu para São Raimundo Nonato, onde fica o Parque Nacional da Serra da Capivara. Na comitiva estão o coordenador de Operações do Banco Mundial no Brasil, Mark Lundel, os secretários estaduais Rubem Martins (SDR) e Francisco Guedes (Sasc), a deputada estadual Margareth Coelho e o deputado federal Assis Carvalho.


Da Redação
redacao@cidadeverde.com

sábado, 4 de junho de 2011

Revista diz que imóvel alugado por Palocci está em nome de 'laranja'


04/06/2011 14h09 - Atualizado em 04/06/2011 14h52

Revista diz que imóvel alugado por Palocci está em nome de 'laranja'

'Veja' afirma que dono de apartamento declarou não ter bens.
Casa Civil diz que contrato foi com imobiliária e isenta Palocci.

Do G1, em Brasília
Reportagem da revista “Veja” publicada na edição deste final de semana afirma que o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, aluga um apartamento em São Paulo que está registrado em nome de uma empresa cujo principal sócio seria um "laranja". Segundo a revista, ele é um ex-funcionário da Prefeitura de Mauá que atualmente vive na periferia da cidade e que chegou a declarar não ter bens em seu nome.

Na manhã deste sábado (4), a Casa Civil da Presidência divulgou nota afirmando que o ministro “não pode ser responsabilizado por atos ou antecedentes do seu locador” e informando que os contratos foram intermediados por uma imobiliária (veja a integra da nota no final deste texto).

Nesta sexta (3), Palocci concedeu entrevista à TV Globo para justificar a evolução do patrimônio pessoal, que, segundo reportagem do último dia 15 do jornal "Folha de S.Paulo", aumentou 20 vezes entre 2006 e 2010.
O texto de "Veja" afirma que o imóvel de 650 metros quadrados localizado em Moema, perto do Parque do Ibirapuera, está avaliado em R$ 4 milhões, e o aluguel médio no prédio é de R$ 15 mil. Segundo a revista, no 14º Ofício de Registro de Imóveis de São Paulo, o apartamento pertence à empresa Lion Franquia e Participações Ltda, registrada em nome de dois sócios.

De acordo com a publicação, o ex-funcionário da Prefeitura de Mauá Dayvini Costa Nunes aparece com 99,5% das cotas da empresa. A revista afirma ter conversado em duas oportunidades com Nunes, que tem 23 anos e é representante comercial. Na primeira, ele teria dito que nunca teve “bem algum” e desconhecia que seu nome constasse da relação de sócios da empresa. Em um segundo contato, teria admitido ter mentido na primeira entrevista e afirmou, segundo a reportagem de “Veja” que aceitou participar da empresa Lion para ajudar parentes.

Além disso, a reportagem afirma que a empresa Lion usou endereço falso em todas suas operações nos últimos três anos. A revista aponta que um tio de Nunes seria o primeiro proprietário do imóvel e que esse parente responderia a 35 processos por fraudes de documentos, adulteração de combustível e sonegação fiscal.

Em nota, a Casa Civil informou que o aluguel do imóvel foi realizado em setembro de 2007 por indicação de uma imobiliária. Na época, de acordo com a Casa Civil, o contrato foi assinado entre Palocci, uma administradora de bens e os proprietários, que segundo a revista, são tios de Nunes. A Casa Civil informou que o ministro paga aluguel regularmente e que tem os comprovantes.

Veja abaixo a integra da nota da Casa Civil

"Esclarecimentos em relação a reportagem publicada pela revista Veja:

1. O imóvel em que vive a família do ministro Antonio Palocci Filho em São Paulo foi alugado em 1º de setembro de 2007 por indicação da imobiliária Plaza Brasil, contatada para este fim.

2. O contrato foi firmado em bases regulares de mercado entre Antonio Palocci Filho e os proprietários Gesmo Siqueira dos Santos, sua mulher, Elisabeth Costa Garcia, e a Morumbi Administradora de Imóveis.

3. O contrato foi renovado em 1º de fevereiro de 2010 entre Antonio Palocci Filho e a Morumbi Administradoras de Bens, sucessora da Morumbi Administradora de Imóveis.

4. Os alugueis são pagos regularmente através de depósitos bancários, dos quais o ministro dispõe de todos os comprovantes.

5. O ministro e sua família nunca tiveram contato com os proprietários, tendo sempre tratado as questões relativas ao imóvel com a imobiliária responsável indicada pelos proprietários.

6. O ministro, assim como qualquer outro locatário, não pode ser responsabilizado por atos ou antecedentes do seu locador.

7. A revista não informou o teor da reportagem ao ministro ou a sua assessoria, motivo pela qual estes esclarecimentos não constam da reportagem."
 

Piauí negocia com Banco Mundial para quitar dívidas de curto prazo


03/06/11, 14:35

Piauí negocia com Banco Mundial para quitar dívidas de curto prazo

O empréstimo solicitado é da ordem de 550 milhões de dólares e também fortalecerá projetos

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Foi dado um grande passo para a formalização de operação de crédito entre o Governo do Estado do Piauí e o Banco Mundial, visando enfrentar o gargalo da dívida de curto prazo. O empréstimo solicitado, da ordem de 550 milhões de dólares, também será destinado ao fortalecimento dos projetos de desenvolvimento local.


 
As negociações já estavam acontecendo desde o mês de abril, mas tiveram um novo e importante momento nesta sexta-feira (03), em Recife. Neste encontro, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, se reuniu com os governadores da região Nordeste. O governador Wilson Martins apresentou as condições de desenvolvimento do Piauí e a importância do empréstimo.
 
A operação de crédito vai permitir ao Piauí a quitação das dívidas de curto prazo, com desconto do valor a ser pago. Além disso, essa operação vai permitir a renegociação dos valores principais em condições mais favoráveis, traduzidas em juros bem menores que os praticados atualmente, e que estrangulam o Estado.
 
Conforme o governador Wilson Martins, com esses recursos, o Piauí vai ter condições de pagar menos pela dívida de curto prazo e reduzir os juros da dívida de longo prazo, o que também implica em desembolso menor por parte do Estado.
 
Além de reduzir o peso da dívida, a operação de crédito está vinculada também a projetos de desenvolvimento local. A proposta apresentada pelo Piauí está centrada em três pontos.O primeiro, no campo educacional, com ênfase em atividades voltadas para formação da juventude. Outro ponto é o desenvolvimento verde, que significa crescer sem descuidar do meio ambiente. "O desenvolvimento sustentável é central nas nossas estratégias", ressalta Wilson.
 
O terceiro ponto é a gestão pública eficiente, uma das atenções prioritárias do governador Wilson Martins. Esse tipo de investimento é decisivo para gerar serviços públicos de qualidade e maior eficiência na gestão dos recursos públicos.
 
A proposta do Piauí foi recebida com grande interesse pelo presidente da instituição, Robert Zoellick, que destacou o potencial do Piauí como investimento local. Enfocou particularmente a produção de alimentos, uma necessidade do planeta que o Piauí pode atender de forma representativa.

Da Redação
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quinta-feira, 2 de junho de 2011

TCE decide bloquear as contas de 38 prefeituras do Piauí


02/06/11, 12:13

TCE decide bloquear as contas de 38 prefeituras do Piauí

Os gestores públicos deixaram de apresentar contas referentes ao mês de fevereiro.

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O Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE) determinou nesta quinta(02) o bloqueio das contas bancárias de 38 Prefeituras e sete Câmaras Municipais que ainda não apresentaram suas prestações de contas referentes ao mês de fevereiro deste ano. 

Os gestores públicos são obrigados a prestar contas mensalmente, e têm um prazo de até 60 dias após a conclusão do mês para entregar os balancetes, tanto pelo sistema SAGRES (a prestação de contas eletrônica), quanto por meio de documentação complementar.

As Prefeituras atingidas pela medida são: 
Agricolândia, 
Alagoinha do Piauí, 
Anísio de Abreu, 
Aroeiras do Itaim, 
Bonfim do Piauí, 
Brasileira, 
Buriti dos Lopes, 
Capitão Gervásio Oliveira, 
Cocal, 
Cocal de Telha, 
Coronel José Dias, 
Cristino Castro, 
Curimatá, 
Curral Novo do Piauí, 
Curralinhos, 
Dom Inocêncio, 
Francisco Macedo, 
Francisco Santos, 
Itainópólis, 
João Costa, 
Juazeiro do Piauí, 
Lagoa de São Francisco, 
Lagoa do Piauí, 
Marcolândia, 
Matias Olímpio, 
Milton Brandão, 
Monte Alegre do Piauí, 
Nova Santa Rita,
Padre Marcos, 
Parnaguá, 
Pavussu, 
Prata do Piauí, 
Rio Grande do Piauí, 
Santa Filomena, 
São Raimundo Nonato, 
Sebstião Barros, 
Uruçuí, 
Vera Mendes.

As Câmaras Municipais que tiveram as contas bloqueadas são as das cidades de: Cocal, Cristalândia do Piauí, Nazaré do Piauí, Parnaguá, Riacho Frio, Rio Grande do Piauí e Santo Antônio dos Milagres.

Tão logo os gestores apresentem os balancetes do mês de fevereiro, as contas serão desbloqueadas.
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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Suzano vai dobrar o número de emprego até final do ano no PI


01/06/11, 17:16

Suzano vai dobrar o número de emprego até final do ano no PI

A informação foi dada ao governador Wilson Martins pelos diretores da empresa durante almoço em SP.

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A Suzano vai dobrar, até o final do ano, o número de oportunidades de trabalho no viveiro instalado pela empresa em Monsenhor Gil. A informação foi dada ao governador Wilson Martins pelos diretores da empresa, em almoço de trabalho, nesta quarta-feira (01), em São Paulo.

Foto: Divulgação


Wilson esteve em reunião com quatro diretores da Suzano: David Feffer, presidente do conselho diretor; Antonio Maciel Neto, presidente-executivo da empresa; Luiz Barone, da diretoria de Expansão; e João Colmério, diretor de Floresta. Os diretores mostraram confiança no Piauí, destacado o modelo de gestão planejado, com metas claras e cobrança de resultados.


Eles comunicaram ao governador que vão inaugurar o viveiro dentro de 30 dias e que até o final do ano duplicam a capacidade de produção de mudas, quando poderão produzir 60 milhões de mudas por ano.


A geração das novas vagas de empregos será resultante dessa duplicação. Hoje, a Suzano emprega 2.700 pessoas. Em pouco mais de seis meses serão cerca de 5.500 trabalhadores atuando no viveiro de Monsenhor Gil. "A Suzano é uma demonstração do potencial que o Piauí oferece e dos caminhos que podemos percorrer para transformar nosso Estado", disse Wilson Martins, que terá outros encontros com empresários na capital paulista.


O viveiro é a primeira fase de instalação do projeto da Suzano no Piauí, que inclui ainda uma unidade fabril para produção de celulose. A construção da fábrica deve ter início em 2012. O investimento global da empresa no Piauí será superior a R$ 4 bilhões.


Da Redação
redacao@cidadeverde.com

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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Piauí é recordista na venda da marca Fiat no País


26/05/11, 12:42

Uol revela que Piauí é recordista na venda da marca Fiat no País

A Fiat em Teresina é líder em vendas há 15 anos e é a marca de maior preferência entre os piauienses.

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O site Uol publicou matéria nesta quinta-feira (26) revelando que o Piauí é recordista em vendas no País. A publicação assinada pelo jornalista Joel Silveira Leite – do Carro Uol – mostra o mapa em que analisou qual Estado determinada marca vende mais.



A Fiat em Teresina é líder em vendas há 15 anos e é a  marca de maior preferência entre os piauienses.


Veja na íntegra a matéria. 



Por muitos motivos, uma marca tem maior participação numa cidade do que em outra, num estado do que em outro. A presença da fábrica contribui muito para essa preferência, talvez pelo bairrismo dos seus habitantes.

Mas em outros casos, as razões da grande presença da marca na cidade ou no estado têm razões mercadológicas e de oferta (como o maior número de concessionárias) ou não tem um motivo aparente. Em outros casos, a marca simplesmente tem a cara da cidade (os dados são da Renavam para o acumulado de maio).

O fato é que essas diferenças existem e às vezes são grandes. No estado de São Paulo, por ser o maior e mais tradicional mercado do País, essa situação não é predominante, mas outros estados apresentam casos curiosos.

Mas em São Paulo, três marcas se destacam por ter uma participação bem acima da sua média nacional. A GM, que cresce de 18,7% no Brasil para 20,6% no estado. A Hyundai aumenta a participação de 3,5% (Brasil) para 4,9% no estado e 6,7% na cidade e a Citroën passa de 2,6% para 3,3% na capital.

É notória a vantagem da Fiat em Minas Gerais em relação às concorrentes. A participação da montadora no estado onde mantém as suas fábricas é bem maior do que a média nacional. Enquanto a Fiat tem 21,7% das vendas no Brasil, a participação sobe para 31,4% em Minas e 32,6% em Belo Horizonte. Será que a boa participação em Brasília é por conta da proximidade com as Minas Gerais? É que na capital federal a Fiat tem também uma das suas maiores participações, 30,4%. Mas é no distante Piauí que tem o seu recorde, 34,6% no estado e 33,1% em Teresina.



José Sobrinho, diretor Comercial da Jelta, concessionárias Fiat no Piauí


O mesmo acontece com a Volks. No plano nacional a marca tem 21,4% das vendas, mas cresce para 24,4% no Paraná, onde mantém a fábrica de São José dos Pinhais. Assim como a Fiat, a Volks tem a maior presença num estado de baixo consumo, o Tocantins. A participação na capital Palmas é de 33,8%.

No Rio Grande do Sul, onde tem a fábrica do Celta, a GM tem 21% das vendas, mais de três pontos percentuais a mais do que a média nacional, de 18,7%. Mas na Paraíba (29%) e no Maranhão (27,4%) são os estados onde ela tem as maiores participações. A cidade com a maior presença da marca é São Luis, 30%.

A Ford tem as sua maior participação em Salvador, capital da Bahia onde instalou a sua fábrica em Camaçari. A marca consegue o índice de 11,3% na capital baiana, contra 9,1% de média no País.

As marcas francesas, por tradição, têm grande presença no Rio de Janeiro, que teve grande relação com a França desde a época do Império e ainda hoje é uma das cidades preferidas dos turistas franceses no Brasil.

A Renault tem 7,2% da preferência dos fluminenses e 8,4% dos cariocas, o dobro da participação nacional, que é de 4,6%. A participação da marca no Paraná, onde tem a fábrica, sobre para 6,4% e em Curitiba 6,9%

Citroën e Peugeot acumulam a simpatia dos fluminenses com a presença da fábrica da PSA em Porto Real, no Rio, onde são produzidos os carros da marca. Ambas têm 2,6% das vendas no Brasil e no Rio a Peugeot sobe para 3,3% e a Citroën 3,4%. Até a

Mitsubishi tem um pequeno aumento da participação em Goiás, passando de 1,6% no Brasil para 1,8% no estado.




Da Redação (Com informações da Uol)
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